Computadores e celulares são coisas que todos nós consideramos naturais. Até que um dia um componente de hardware começa a apresentar falhas e o usuário pensa que é um problema com o hardware, não com o software.
Nos últimos anos, ficou cada vez mais evidente que algumas empresas de software tentam propositalmente oferecer uma experiência pior aos usuários, a fim de forçá-los a mudar para a versão “nova” e “aprimorada” do software, que foi projetada apenas para extrair o máximo possível de informações do usuário para que a empresa possa “melhorar os serviços”. Existe um termo para isso: merdificação (ou enshittification em inglês).

Essa é uma das razões pelas quais mudei totalmente do Windows para o Linux em 2022. Não só achei o Linux muito mais adequado para mim do que o sistema operacional da Microsoft, como também fez com que meu laptop antigo durasse significativamente mais tempo. Tanto que escrevi este artigo nele.
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