Imagine um ser humano
Único como qualquer outro
Uma personalidade inigualável,
Um ego inabalável
Subitamente não é mais único,
À frente d’O Espelho
O Espelho diluoso
Que dilui a persona,
O Espelho remove a máscara atemporal
O Espelho Efêmero.
Caminha a linha tênue da realidade,
Entre o pleno plano efêmero,
Apesar de tudo, Imortal
Efêmero mas sem tempo
Sem limite,
Sem final
Mas esquecido ao final
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